Pensar em alguém apaixonada pela profissão é lembrar-se da professora e empresária Fábia Pereira. Formata em Óptica e com especialização em anatomia ocular pela ULBRA, ela volta a traçar novas metas. Tendo consciência de que nada é tão fácil como se imagina, comenta que a profissão hoje encontra dificuldades e desafios. O Grupo CG que é responsável pelos jornais que circulam nas cidades de Cachoeirinha (Diário), Gravataí (Correio) e o de Viamão, entrevistou Fábia Pereira perguntando sobre a situação da Pirataria. O jornal também fez contato com o Sindióptica, associação responsável pelo setor óptico no Rio Grande do Sul. A jornalista responsável pela campanha contra a Pirataria mandou um agradecimento:
“Parabéns Fábia, pela divulgação no Grupo CG.Contatei o jornalista Silvestre - pois sei de sua enorme qualidade profissional - e solicitei apoio para a campanha do Sindióptica-RS. Fiquei muito contente de ter ido além, com sua entrevista que muito acrescentou à reportagem.”
Elen Almeidah
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Há muito tempo eles deixaram de ser só acessório de proteção dos olhos e se tornaram item indispensável no dia-a-dia. Por isso, o mercado dos óculos solares cresceu e se ampliou para além das lojas especializadas. Mas, antes de escolher o modelo é preciso ter cuidado. Além de comprometer a economia do país, os produtos falsificados ou contrabandeados podem causar danos irreversíveis à visão. Desde janeiro, o
Sindióptica promove ações educativas e de prevenção à saúde ocular. A temática
“Veja o verão numa boa” quer conscientizar para a importância do uso de óculos solares com qualidade como forma de evitar lesões oculares e combater a venda de produtos pirateados. A empresária
Fábia Pereira diz que o principal fator observado na hora de adquirir um produto deste tipo é a qualidade das lentes e saber se há proteção ultravioleta.
“Existem óculos de sol com lentes acrílicas parecidas
com o plástico mais endurecido,
porém com muitas aberrações cromáticas”
Fábia Pereira
Ela acrescenta que este defeito nas lentes provoca dificuldades de foco, podendo causar astenopia, um quadro de dores por esforço excessivo do globo ocular.
-“Quando os olhos estão sob as lentes, a pupila dilata, fazendo que entre mais luz na retina. Se não tiver proteção, ocorre a degeneração macular, e um dos casos mais comuns de cegueira no Brasil, a catarata "– afirma.
A empresária ainda diz ainda que o uso de lentes sem qualidade causa fadiga ocular e pode ter conseqüências como distorções de imagens e futuramente, dificuldade na adaptação aos óculos de grau. Fábia Pereira dá algumas dicas para serem observadas na hora da compra. As lentes não podem ter distorções (cores sobre a superfície) quando colocada contra a luz e nem ondulações na visão, ao usá-las. Também é importante perceber a espessura das lentes. As acrílicas são mais finas que as orgânicas CR39, oftálmicas que proporcionam transparência e qualidade na visualização. Fábia Pereira reconhece que produtos sem qualidade são comercializados não só em camelôs, mas em estabelecimentos comerciais que não são especializados no ramo óptico.
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É importante procurar um profissional qualificado para orientar de acordo com a necessidade de cada cliente” sugere.
Fonte: jornalista Luciane Ferreira, Sindióptica e Fábia Pereira